Assembleia da ADUNEB aprova prestação de contas e faz outras deliberações

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Sobre a prestação de contas, a ADUNEB apresentou à assembleia planilha com dados financeiros entre 2025 e 2026. A Coordenadora Geral, Karina Sales, e o coordenador financeiro, Fábio Ronaldo da Silva, explicaram a separação das planilhas de prestação de contas do sindicato em manutenção e mobilização, disponibilizadas no site da ADUNEB. Segundo as lideranças sindicais, a ação foi realizada para que filiadas e filiados pudessem acompanhar com maior exatidão e detalhamento o uso dos recursos financeiros do sindicato. Também apresentaram os repasses que têm sido feitos para a conta de mobilização. Dessa maneira, mês a mês, é possível fortalecer o fundo de mobilização, algo fundamental para momentos de greve ou outra atividade importante que necessite de planejamento e altos recursos financeiros.

 CONAD

 A assembleia docente também elegeu delegada e observadoras/es para o 16º CONAD Extraordinário do ANDES-SN, que acontecerá de 13 a 15 de novembro de 2026, na Universidade de Brasília (UnB), em Brasília (DF). Assim, a delegada eleita foi a coordenadora de Comunicação da ADUNEB, Kátia Barbosa, e as/os suplentes eleitas/os foram Célia Santana, Lilian Marinho, Márcia Barreiros, Nora de Oliveira, Fernando Carvalho, Edson Silva e Fábio da Silva. O CONAD é o segundo mais importante espaço de deliberação do ANDES-SN.

 Comitê

 Diante da atual conjuntura política, preocupada com os possíveis rumos do país, a categoria docente também aprovou a criação imediata de um Comitê em Defesa da Soberania Nacional e da Universidade Pública. A ideia é promover ações conjuntas das representações de classe que compõem a comunidade acadêmica da UNEB: ADUNEB, SINTEST e DCE.

 A ação se justifica diante dos ataques do governo Trump à soberania da América Latina e de outras nações, com o confisco das riquezas dos países, como o petróleo da Venezuela e a intensificação do embargo econômico a Cuba. Da mesma maneira, em solo brasileiro, nota-se o recrudescimento do fascismo e o avanço da extrema-direita, que tenta entregar as riquezas do país, uma das nações mais ricas do mundo em petróleo, potencial hídrico, diversidade de fauna e flora, além dos minérios contidos nas terras raras.

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