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Solidariedade ao povo palestino, que vem sendo exterminado pelo exército de Israel



A ADUNEB manifesta solidariedade ao povo palestino que tem sofrido massacre de Israel desde 7 de outubro, quando se iniciaram conflitos entre o país e o Hamas, grupo palestino que governa a Faixa de Gaza. Os ataques já mataram 9.922 palestinos e 1.430 israelenses, segundo dados compilados pela agência Al Jazeera (emissora estatal da monarquia do Qatar). 

Sempre a favor da vida, a seção sindical repudia o massacre do povo palestino nessa disputa de profundidade histórica, política e religiosa e reitera sua defesa dos direitos básicos de sobrevivência retirados da população palestina com a ocupação e o bloqueio de seus territórios. A situação humanitária, segundo agentes que estão dando suporte nas regiões dos conflitos, está fora de controle. Há escassez de eletricidade e de suprimentos; pessoas precisam abandonar suas casas para viver em tendas ou abrigos em busca de sobrevivência; afetados pelos ataques, que incluem bombardeios a escolas e hospitais, se deparam com a falta de estrutura e recursos de saúde para atendimento. Ou seja, civis seguem pagando com a própria vida o preço de uma guerra. Afinal, o que deixa ao povo um genocídio dessa envergadura são consequências nefastas também na vida daqueles que sobrevivem à ele.
 
No último sábado (04), diversos países foram às ruas manifestar solidariedade e apoiar o cessar fogo imediato. No Brasil algumas capitais também realizaram atos pró-palestina, entre elas Brasília, São Paulo, Alagoas, Recife e Salvador. Na capital baiana essa foi a segunda mobilização relacionada à pauta. A primeira foi em 25 de outubro. A professora da UNEB Lilian Marinho (DCV I - Salvador) esteve presente na caminhada realizada no centro da cidade. Ela relatou a participação expressiva da população soteropolitana, que se mostrou atenta aos acontecimentos. "Os sindicatos precisam também abraçar essa pauta porque o que está acontecendo é um genocídio. É um dever ético as pessoas e entidades se manifestarem porque agora a guerra é lá, mas já se percebe que outras estão por vir", enfatiza. Lilian reforça que esse é um crime contra a humanidade, televisionado e assistido no mundo inteiro, e destaca a importância de ter cada vez mais pessoas, sindicatos e partidos nas ruas, com o intuito de exercer pressão no governo brasileiro no sentido do rompimento de relações diplomáticas com Israel. "O Governo está tirando os cidadãos brasileiros da região de conflito e isso é muito importante, mas precisamos pensar nos cidadãos do mundo", finalizou a professora. 
 
Solidária à luta do povo palestino, a ADUNEB soma a sua voz a todas as vozes de autoridades, governos e instituições mundiais que tem empreendidos esforços no sentido de cessar esta guerra e que os direitos palestinos sejam respeitados. Cessar fogo é obstruir a escalada de violência que vem gerando caos humanitário e ceifando vidas civis de adultos, idosos e crianças palestinas!